Showing posts with label Videodança. Show all posts
Showing posts with label Videodança. Show all posts

Tuesday, February 14, 2012

Dias impossiveis...




Dias impossiveis acontecem de vez em quando. Ontem foi um dia impossivel. E eu sobrevivi.

Acordei quase atrasada e corri para a primeira aula da semana. Tive aula de escrita com um professor convidado. O cara é artista plástico e escritor. Ele mistura palavras e conteúdos visuais, de forma bem interessante. Fiquei inspirada para escrever de forma mais maluca.

No meu curto horario de almoço - 30 minutos- comprei comida, imprimi um documento, assinei o documento, e engoli meu mac and cheese em 40 segundos.

Fiz a aula de ballet com o mac and cheese na boca do estomago e com a lingua queimada. Mas pelo menos o lado bom de estar tão cansada fisica e mentalmente é que tudo funciona: todos os giros, balances e intenções.

Depois da aula tive 15 minutos de intervalo e corri para resolver a inscrição num festival de videodanca. Passei os documentos para o Nicolas scannear e voltei correndo para minha project class.

Nesta aula todos os coreógrafos da companhia mostram suas coreografias e recebem feedback de uma banca de professores e alunos. Dancei primeiro na coreografia da Suzanne, que é sobre processo em Dança, e em seguida na da Erin, que é sobre o 11 de Setembro. Estou amando fazer parte destas duas coreografias.

Quando mostrei a minha coreografia e ouvi o feedback dos professores e alunos fiquei muito surpresa e satisfeita. Foram só coisas positivas sobre meu trabalho. Desde alguns comentários do tipo "é bem Carol", até palavras como imprevisível e divertido. Um dos meus professores falou que minha coreografia é como se eles entrassem em um filme "mudo" onde todo mundo se expressasse numa língua diferente.

(Na minha cabeça o mundo é meio exagerado e as pessoas deveriam andar de ponta cabeça, ter acessos de choro, comer chocolate, ficar rindo à toa...)

Em seguida a isto, tive meu ensaio. Apesar da semana passada que estive me sentindo travada quanto ao que coreografar, este fim de semana foi bem produtivo e consegui descansar a mente, tomando decisões sobre coreografias, vida e dança.

Para alguns pode parecer muito fofo/bonitinho o fato de eu estar morando em NY e tentando ganhar a vida como bailarina e coreógrafa. Mas na realidade é muito difícil. Eu mesma estou o tempo todo me questionando. Por que que eu faço isto? Dança é importante? O que eu quero dizer com minhas coreografias-trabalhos? Em um mundo tão amplo, o que eu estou fazendo para colaborar-questionar-mudar a situção em que vivemos?





Enfim. Meu ensaio foi mega produtivo. Sempre tento deixar meus bailarinos a vontade. E nesta coreografia ainda por cima, elas tem que comer chocolate no palco, então no ensaio eu levo kisses da Hershey's para elas irem treinando. Vocês podem imaginar o quanto elas gostam.

Em seguida tive mais 10 minutos de intervalo, tempo que usei para falar com o Nicolas, que conseguiu escannear os documentos que precisávamos. Corri para o 6o andar (pelas escadas... é óbvio) e mandei um e-mail inscrevendo o videodança Ruína (feito em parceria com a produtora Mariachis Audiovisual).

Voltei correndo 4 andares de escada, engoli um Yogurte e tive mais 1 hora e meia de ensaio da Suzanne. Ao fim deste ensaio, não tive tempo de beber e comer nada e a Erin já começou o ensaio. Normalmente seriam mais 1 hora e meia de ensaio, mas ela propôs que nós ficássemos até 10:30pm (ao invés de 9:45pm), como costuma ser, para termos o dia seguinte off. Todos topamos é claro.

Foram 13 horas de aula-trabalho-ensaios direto, com apenas 50 minutos de intervalo (que na realidade usei para resolver coisas). Ou seja, foi um dia impossível. Mas que cumpri tudo que precisei.

E para coroar a Segunda-feira eu tive a infeliz idéia de voltar para casa de ônibus, ao invés de metrô. O maridão abençoado veio me buscar e me acompanhar até em casa. Entramos no ônibus e por alguma triste razão a ($%$*%$%$) motorista foi dirigindo a 15kms/h.

Cheguei em casa as 11:40 da noite. Fui tomar banho, finalmente comi algo, assisti um filme até as 2 da manhã e fui dormir.

Yeah. This is NY.


Wednesday, December 14, 2011

Exame final de música no século 20.

Muitas horas de estudos depois...
meu cérebro está... fundiu.


Não li os capítulos regularmente durante o semestre, então estava tudo atrasado.

Meu professor é muito inteligente para seu próprio bem.

Ele pula
pula
pula
pula de um assunto para outro,
bagunça
tudo. Não cobriu a
matéria. E agora vem uma prova gigaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaante amanhã.
...

Fiquei fazendo meu trabalho final até segunda, quando finalmente entreguei e me livrei daquele peso.
peso
peso
peso
(achei que estava carregando o mundo nas costas, mas era só um trabalho)
mas meio pesado.




No final das contas
Tudo dá certo.

Comecei a estudar só segunda.

Tínhamos que ter lido um livro que cobre 20 compositores do século 20.

20-20.

Eu tinha lido só 11. ------------ Em uma noite eu dei conta de 6 capítulos.

E nas minhas idas e ˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜vindas de metrô,

dei conta do restante.


(Muita informação para um cérebro sobrecarregado com outras preocupaçõ˜e˜s)


Eu ainda estava tendo aula, né?

E hoje eu passei o dia inteiro fazendo revisão de TUDO...

(E praticamente reli o livro para conseguir achar as respostas em detalhe - das 18 folhas de questões que eu tinha).

E agora - além da raiva do meu professor pela prova punk -

como vocês podem reparar

estou inspirada/culpada frente aos compositores que estudei.




É tanta gente maluca-inteligente-filosófica.

Tanto artista bom. Tanta coisa nova. (Para mim)



{Dá vontade de criar performances-instalações com 200 bailarinos vestidos de melão tocando uma panela.}

{(É o equivalente em dança de algumas das coisas que venho estudando)}....

...

Me sinto artisticamente tão pequenininha, quando penso na direção
complexa
que a
arte e a música tem

ido.


E me sinto inspirada

a ser mais problemática.





... Aviso de vídeo estranhíssimo a frente.

Meredith Monk. Uma das compositoras que eu estudei.
Além de ser também filmmaker, coreógrafa e artista visual....



Só para me explicar:

Todo artista tem licença poética para não ser normal.
(Na realidade toda pessoa devia ter licença poética para ser artista...)

Sunday, December 4, 2011

Dia- agora.

6hs da manhã acordo.
Como panquecas feitas pelo maridão.
Cheiro ruim de pão de queijo.
(Sim sou uma das únicas duas pessoas no mundo que odeia pão de queijo)
Estômago embrulhado, dor de cabeça, medo de algo dar errado na gravação.
Pegamos o metrô e vamos rumo à Brooklyn Bridge Station.
Chegamos cedo.
Esperamos um pouco.
Chegam todos.
Damos pão de queijo de presente aos bailarinos.
(Não posso pagar cachê como gostaria, mas tento fazer algo).
Começamos as filmagens.
Entramos na última parada do trem 6 e temos exatos 2 minutos para filmar até o trem dar a volta em direção uptown.
Saímos na mesma plataforma, sobe e desce escadas, e aguardamos o próximo 6 para mais uma tomada.
Por volta de 10 ciclos depois nós terminamos a filmagem do videodança.
Muito feliz.
Não dá nada errado.
Não tem nenhum oficial do metrô para encher as paciências e conseguimos gravar 6 ângulos diferentes de uma mesma coreografia.
Além de alguns inserts.
10 e meia da manhã.
Já estamos no trem e aproveitamos que tudo terminou cedo e voltamos para casa.
Acabada eu resolvo dormir só uma meia horinha, antes do horário da minha aula.
Óbvio que perco o horário e quase perco minha aula.
Da soneca entre 11:15 e 12:20 levanto assustada, finjo preguiça, mas crio coragem.
Saio correndo feito uma maluca correndo pela 2a avenida.
Faço o trajeto que normalmente dura 15 min, em 7 min.
Chego na estação, passa um metrô, ele voa, pego a conexão.
Corro de Astor Place até o prédio da Tisch.
Não deu para almoçar nada.
Estou na base de panqueca desde cedinho.
Entro na hora certa na aula de Arts Administration.
Aula sobre fundraising (ou seja: como conseguir doadores/patrocinadores para minha companhia).
A melhor aula que já tive na minha vida: útil e prática.
3hs da tarde a aula termina.
Azul de fome.
Encontro o Nicolas e gastamos um dinheirinho que não temos na Pommes Frittes.
Sim, almocei batata frita em enormes quantidades.
Prêmio zero: bailarina-coreógrafa sem noção de nutrição decente.
Enrolamos na Washinton Square.
Skatistas se acabando e caindo pelo parque.
Pianista tocando num canto, voz e violão em outro.
Gybney Dance Center.
Assistimos a mostra dos alunos do programa profissionalizante da Peridance, que minha querida amiga Nati (a ex-roomie) dança.
Faço um contato de trabalho interessante.
Não... não vou contar. É segredo.
Voltamos andando em direção a Washington Square.
Preciso fazer meu trabalho-crítica de espetáculo de música do século 20.
Eu e o Nicolas aguardamos sentadinhos num banco ao ar livre.
Até a hora certa... num frio congelante.
Assistimos um grupo de percussão de alunos de música da Steinhart, NYU, celebrando os 75 anos do Phillip Glass.
Amamos.
Lembra o UAKTI.
Termina o concerto.
Passamos no mercado (para variar).
Compro um secador de cabelo por 10 dólares (porque não dá para ficar doente neste frio).
Voltamos para casa.
Eu e o Nicolas brigamos pelo Laptop.
Ele ganha. Usa primeiro, eu depois.
Fazemos janta juntos.
Macarrão ao molho branco, cogumelo, gorgonzola.
Vinho que sobrou do Thanksgiving.
(Para comemorar o fim das gravações).
Barriguinha cheia.
...
Presente.
Agora.
Tomar banho.
Dormir.

E amanhã é mais um longo dia...

Começa a performance week e as deadlines de todos meus trabalhos.

E laia.




Saturday, December 3, 2011

Últimas filmagens.

Muito animada com o último dia de filmagens do Subway Project.
Hoje filmamos dentro do metrô em movimento.
Mil idéias, mas teremos que estar preparados para tudo.
E que seja o que Deus quiser.
Abaixo o bailarino Shane Larson dançando na plataforma de Astor Place.


Thursday, December 1, 2011

Videodança Japonês

Então...
Só porque eu assisti esse videodança e fiquei muito chocada.
Adorei, mas de uma forma diferente.
Amo cultura pop louca japonesa, e adoro a maluquice deles em relação a jogos e mangás.

Mas quando eu e o Nicolas vimos esse vídeo, nós ficamos muito surpresos, porque é o extremo do choque cultural. Eu não imagino ninguém mais no mundo, além de japoneses, fazendo algo do tipo.

Se bem que quem sabe no futuro eu não posso fazer a minha homenagem aos mangás...

JOUDANCE2 IN ASAKUSA from La Gaîté Lyrique on Vimeo.

Friday, November 18, 2011

Produtora Mariachis e IDILL 2011

Acabei de receber a primeira versão do vídeo-dança que gravei no Brasil. Foi logo antes de voltar para cá. E fiz em parceria com a produtora Mariachis Audiovisual.
Fiquei muito feliz e satisfeita com o trabalho e não vejo a hora de poder ter o trabalho final em mãos para mandar para festivais por aí.
Queria que tivesse dado tempo de ter enviado para o IDILL 2011. Posso sonhar alto e dizer que o vídeo está a altura deste festival? Isso graças a parceria com os talentosos meninos da produtora. O Otávio Paranhos (diretor), o Nicolas Pirata (direção de fotografia) e o Mauricio Rodrigues (montagem) arrasaram. Logo mais falarei mais sobre este meu video-dança...

Quanto ao IDILL..
É um festival internacional de curtas em dança que está acontecendo online agora!!!
O período de votação vai até o dia 20 de Novembro e são 24 curtas competindo. O prêmio é de 5000 euros (ohh sonho...)
Tem vídeos de diversos países, mas a maioria é da Europa. Tem apenas 1 do Brasil, mas que eu achei muito fraco e não vou postar aqui. ( Não vou mencionar minha revolta.)
Enfim...

Se você é alguem da dança POR FAVOR colabore conhecendo um pouco mais do universo da dança para a câmera e veja os vídeos, crie sua opinião e vote!!!

Agora se você não é da dança ( e mesmo assim tem paciência de ler meu blog) veja os vídeos que eu postar aqui. Se gostar de algum, vote.

Ou então simplesmente comece a formar uma opinião.

Dança, arte, música... são necessidades básicas dos seres humanos.
É expressão. Liberdade. Educação estética.

Vejam comigo o que está acontecendo na dança pelo mundo.
Isso é reflexo de quem somos...

E o primeiro vídeo selecionado para o IDILL que escolhi postar é este abaixo...
1. É curto
2. Vai direto ao ponto
3. Me manteve interessada o tempo todo
4. Expõe uma idéia
5. Gera sensações
6. É dança que só se faz possível na combinação com vídeo...

BODY TRAIL CCTV from La Gaîté Lyrique on Vimeo.

Wednesday, November 9, 2011

Subway Project -fotos

Tive a idéia inicial para este projeto no semestre passado. Com a minha vida solitária em NY eu vivia com meus olhos abertos para tudo. Mas o metrô era sempre uma rica fonte de novas informações. Quem acompanha meu blog sabe como eu sou obcecada com o metrô. Sempre comento sobre as pessoas diferentes que encontro, sobre as diferenças sociais escancaradas, sobre as maluquices...


Sky color - subway project

Acreditam que uma vez eu estava de frente a um banco onde sentavam 7 pessoas completamente diferentes, e cada uma estava numa posição corporal. Todas pareciam estar no seu próprio mundo. Mas de alguma forma estas pessoas compunham um lindo quadro. Foi uma epifania.

Para mim falava sobre a diversidade humana. Sobre a beleza dos sentimentos não ditos. Sobre o que une todas as pessoas. Como seres humanos nós sentimos dor, alegria,e frustrações por diversas razões. Mas apesar dos motivos serem diversos, todos nós sentimos algo similar, e isso nos une.
Eu sou apaixonada por essa brincadeira de mostrar a união no meio da diversidade. E foi isso que busquei fazer no meu Subway Project.


Look at me.


Em outro momento estava eu indo para uma parte desconhecida da cidade quando eu sai numa estação de metrô que eu não conhecia. Peguei uma escada rolante gigante para sair do fundo da terra e ir para a superfície. No longo trajeto da escada fiquei pensando sobre solidão. Sobre como uma escada é uma bela metafora. Ser levado a algo melhor, em direção a luz.

E por outra vez simplesmente olhei para as pessoas sentadas no banco a minha frente e tive a súbita visão delas com 8 anos de idade. E então olhei de novo para essas pessoas e vi elas num mundo surreal onde elas podiam estar sentadas de cabeça para baixo, onde elas não estavam juntas, mas podiam interagir...


Going surreal

Motion

E daí veio minha inspiração. Convidei sete bailarinos completamente diferentes e arquitetei um video-dança onde todos dançam separados e juntos. Estou gravando por toda a cidade os trechos em diferentes plataformas e estações. Mas o grande desafio vai ser gravar em um trem. Cruzem os dedos para que tudo dê certo e para que nenhum oficial do metrô mau humorado encrenque com a gente. Verifiquei as permissões e é permitido gravar no metrô quando se tem poucos equipamentos. Mas o problema é que precisamos gravar com o metrô parado e é lógico que isto é um desafio. A gravação está marcada para sábado e então tentaremos gravar na raça.



Olhar


Abaixo uma foto da locação na 59th St. Um cruzamento de escadas para diferentes linhas de metrô, que dá num grande espaço cercado por lindos murais. A linda e talentosa bailarina que dançou neste local é a Brittany Testone.


Hear me


Todas as fotos do post são do meu fotógrafo favorito, Nicolas Pirata.
(Também conhecido como meu marido!)

Saturday, October 1, 2011

Black and White

Tenho escrito pouco sobre minhas aulas, né?
É que anda tudo tão diferente do ano passado, meu horário é tão esquisito e eu ainda estou tentando me acostumar e a me organizar em relação a essa vida de dona-de-casa-bailarina-coreógrafa-estudante-esposa-artista e pessoa precisando sobreviver em NY.
Isso está sobrecarregando um pouco e eu estou escrevendo bem menos do que gostaria.
Enfim...
Tenho estudado um bocado sobre vídeodança e tenho aprendido a editar, coisa que descobri que amo fazer (apesar deu estar só engatinhando na arte de dominar o Final Cut Pro).
E então indicaram este vídeo que achei demais.
É longo viu...
Gostei muito do fato que a Dança foi criada para o palco, mas que houve uma preocupação cuidadosa em filmar a coreografia de forma a enfatizar os conceitos. Isso valorizando a estética proposta pelo coreógrafo.

... Ok... essa frase ficou meio cult chata crítica de dança...

O que quero dizer é que a edição do filme e a escolha das cenas é sintonizada com a iluminação e música. Colaborando assim, para uma total compreensão de uma Dança que deveria ser assistida no palco, mas que também se torna interessante em vídeo.



Friday, August 19, 2011

Armário de Narnia - como achar figurinos para dança.

Sempre fico em um impasse quando busco figurino para dança.
Não gosto de coisas com cara de figurino-fantasia de carnaval, muito menos aquelas coisas manjadas com cara de figurino de final de ano de academia de balé.
( A menos que eu esteja dançando balé, né?)
São essas coisas que só buscam criar um efeito e unidade.
Até na minha época de professora da cia de tap eu lutava para criar algo interessante.

Para começo de conversa, eu gosto de roupas para dançar que tem cara de dia-a-dia, mas ao mesmo tempo eu tenho pavor de figurinos com cara de aula de dança contemporânea.
Então vivo queimando os miolos para descobrir opções que me agradem.

O primeiro item que levo em consideração, obviamente, é a estética que estou buscando trazer na coreografia. É algo de época, futurista, brega, animalesco,ou psicótico? Quero simplicidade, realismo, ou surrealismo?

Para o caso em questão - a coreografia solo que eu montei para a conclusão de uma disciplina de composição, e que estou adaptando em um videodança - eu venho buscando algo meio antigo, que mostre as pernas, dê movimento, é seja meio deprimente.

Uma boa forma de buscar figurinos para solos é fuçar em brechós.
Recentemente dei uma olhada em alguns, mas nada me animava.

Então hoje tive uma idéia brilhante...
Enfrentar o armário do dragão - o armário de nárnia - o armário da minha mãe.
Acho que deve ter roupas de 1837 lá.

Eu sempre reclamo que ela não joga roupas fora, mas de agora em diante eu vou começar a dar mais valor ao brechó particular que tenho na casa da minha mãe.
Foi só começar a procurar que eu achei coisas interessantes.
Agora resta saber se o pessoal da produção do vídeo vai andar na mesma direção estética que estou indo...

E se minha mãe não vai me assassinar porque eu escrevi sobre o armário do dragão publicamente.
(Ou seja, se eu sumir, vocês já sabem o que aconteceu.)

....

Enfim, quantas coisas técnicas hoje, não?
Eu estou meio business.
Até que enfim.




Acima foto da minha coreo "Ques't que la fait rire?"
O figurino foi improvisado, tirando idéias das coisas que os próprios bailarinos tinham e gostavam, mas eu fui orientando o que eu queria e me adaptei em cima do que era possível. E foi um figurino com um dos resultados finais de que mais me orgulho.

ShareThis